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Eventos e cultura

Os Geraldos apresentam Saudade em 12 sessões gratuitas no Teatro de Arte e Ofício, em Campinas

Os Geraldos fazem temporada gratuita de Saudade no Teatro de Arte e Ofício, na Vila Nova, até 18 de outubro. Ingressos saem 1 hora antes da sessão.

Por Redação Campinas SP · revisado por Thomas SoaresPublicado em · 2 min de leitura

Fachada da Igreja de Nossa Senhora das Graças, a igreja da Vila Nova, bairro de Campinas onde fica o Teatro de Arte e Ofício
Foto: Capmo (CC BY-SA 4.0), via Wikimedia Commons

Quem quer ver teatro de graça em Campinas em outubro tem uma temporada inteira para escolher a data. O grupo Os Geraldos apresenta o espetáculo Saudade em 12 sessões gratuitas no Teatro de Arte e Ofício (TAO), sede do grupo na Vila Nova, de 1º a 18 de outubro. Os ingressos são distribuídos na bilheteria, uma hora antes de cada sessão.

O projeto tem apoio da Secretaria de Cultura e Turismo de Campinas. Segundo a Prefeitura, fazer uma sequência de 12 sessões gratuitas é uma aposta do grupo na força das temporadas, algo pouco comum no interior paulista.

Datas e horários

Data Horário
1º e 2 de outubro 20h
3 de outubro 17h (sessão extra) e 20h
5, 6 e 7 de outubro 20h
15 e 16 de outubro 20h
17 de outubro 17h (sessão extra) e 20h
18 de outubro 18h (sessão extra)

A partir de 5 de outubro, ainda há oito sessões: três na semana de 5 a 7 e cinco entre 15 e 18 de outubro. A última é no domingo, 18, às 18h.

Como assistir

  • Ingresso: gratuito, retirado na bilheteria do teatro uma hora antes da sessão.
  • Endereço: Rua Conselheiro Antônio Prado, 529, Vila Nova.
  • Duração: 60 minutos.
  • Classificação indicativa: 14 anos.

Como a distribuição é feita na hora, quem chega mais cedo tem mais chance de garantir lugar. O TAO fica na Vila Nova, bairro próximo ao Centro.

A história da peça

Saudade narra a história de um vilarejo onde a morte era tratada como brincadeira pelas crianças, até que um acontecimento muda para sempre a forma como elas entendem a perda. A montagem é inspirada no conto “Pinguinho”, de Viriato Correia, e em textos de Rubem Alves, e junta infância, morte e memória numa encenação com canto coletivo.

São 13 intérpretes em cena, que cantam ao vivo canções tradicionais em português, espanhol, francês, italiano e latim. A música conduz a passagem entre as cenas. A direção e a concepção são de Douglas Novais, o texto é de Julia Cavalcanti e Paula Guerreiro, e a direção musical é de Everton Gennari.

Um grupo de Campinas que roda o mundo

Os Geraldos foram criados há 18 anos em Campinas e pesquisam o teatro popular, com foco na relação direta com a plateia. O grupo já se apresentou em 106 cidades, em 24 estados brasileiros e em 10 países.

Para outros programas culturais na cidade, confira a agenda de Campinas e as notícias de eventos. Datas e horários podem ser confirmados no site da Prefeitura de Campinas, em campinas.sp.gov.br, ou diretamente na bilheteria do Teatro de Arte e Ofício.

Perguntas frequentes

Quando Os Geraldos apresentam Saudade em Campinas?

A temporada vai de 1º a 18 de outubro de 2026, com 12 sessões. As sessões regulares são às 20h nos dias 1, 2, 3, 5, 6, 7, 15, 16 e 17, e há sessões extras em 3 e 17 de outubro às 17h e em 18 de outubro às 18h.

O espetáculo Saudade é gratuito?

Sim, todas as 12 sessões são gratuitas. O projeto tem apoio da Secretaria de Cultura e Turismo de Campinas.

Como retirar ingresso para Saudade?

Os ingressos são retirados na bilheteria do Teatro de Arte e Ofício, uma hora antes de cada sessão. Não há venda nem reserva antecipada informada pela Prefeitura.

Onde fica o Teatro de Arte e Ofício?

O TAO fica na Rua Conselheiro Antônio Prado, 529, no bairro Vila Nova, em Campinas. É a sede do grupo Os Geraldos.

Qual a classificação indicativa de Saudade?

A recomendação etária é de 14 anos. A peça trata de infância, morte e memória.

Quanto tempo dura a peça?

O espetáculo tem 60 minutos. São 13 atores em cena, que cantam ao vivo.

Sobre o que é a peça Saudade?

A peça conta a história de um vilarejo onde a morte era brincadeira para as crianças, até que um acontecimento muda a forma como elas entendem a perda. É inspirada no conto Pinguinho, de Viriato Correia, e em textos de Rubem Alves.

Fontes

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